O principal suspeito do crime é o ex-companheiro da vítima, que não queria pagar pensão alimentícia, de acordo com a Polícia Civil.
A área foi isolada para a realização da perícia criminal. O Instituto Médico Legal (IML) fez a remoção do corpo.
O crime aconteceu no bairro Parque Piauí, zona Sul de Teresina, onde ele foi atingido por pelo menos quatro tiros de arma de fogo.
A vítima teria sido alvejada com disparo de arma de fogo. Ainda não há informações sobre a motivação do crime
O caso ocorreu na noite desta terça-feira (13). Após negociações com a Polícia Militar, a vítima foi liberada.
A vítima estava deitada, quando o suspeito passa por ela portando uma garrafa com um líquido amarelo. O caso foi registrado por câmeras no local. Os envolvidos são pessoas em situação de rua.
O ex-jogador e um colega estavam ingerindo bebidas alcóolicas, em um bar na Vila Santa Isabel, quando os dois começaram a brigar.
De acordo com a Polícia Militar, o suspeito foi identificado como Ailton Silva Júnior, de 22 anos.
A vítima é da família do ex-vereador Emídio Reis da Rocha.
O homem foi autuado em flagrante e encaminhado à Delegacia da Polícia Civil, onde foram adotados os procedimentos cabíveis.
O sargento Galvão foi morto no sábado (26) enquanto conversava com amigos em frente à sua casa, no bairro Francisco Marreiros
Segundo a PM, além de manter a vítima sob abuso e violência, o suspeito também estaria utilizando o local como ponto de venda de drogas.
O autor do crime, Antônio Lício de Morais Costa, de 20 anos, ex-namorado da vítima, confessou o assassinato e foi preso no mesmo dia.
Ele foi preso em flagrante pelo crime de tráfico de drogas e associação criminosa.
Um irmão da vítima compareceu à delegacia e afirmou que Jefferson não possuía inimigos ou conflitos conhecidos.
A maioria dos casos envolvem homens que não aceitam o fim do relacionamento
A ação criminosa também resultou na queima de outros itens do velório, causando medo em familiares e moradores da região
Imagens obtidas pela reportagem mostram a vítima caída no chão, próximo a uma árvore, com sinais de violência no rosto.
O corpo do jovem foi localizado na manhã deste domingo (30) em uma área de mata. Informações iniciais dão conta que seriam dois suspeitos.
Após o crime, o suspeito abandonou o carro em um loteamento e ateou fogo no veículo com o corpo da jovem dentro.
O laudo necroscópico de Gisele Cristina Oliskowiski, de 40 anos, confirmou que a vítima ainda estava viva quando foi jogada em um poço no dia 1º de março
Na época, a família chegou a oferecer uma recompensa de R$ 2 mil pelo paradeiro da garota.
No vídeo divulgado nas redes sociais, o pai lamentou a perda e disse que já sabia que o filho estava envolvido em crimes
Ambos os suspeitos foram baleados, porém, Henry não resistiu aos ferimentos e foi a óbito ainda no local.
A motivação do crime ainda é desconhecida. A Perícia Criminal foi acionada para realizar os procedimentos cabíveis e em seguida o IML fez a remoção do corpo