O crime aconteceu em março de 2025 em Paulistana (PI), e foi motivado pela divisão de terras da herança.
Ao menos oito suspeitos foram presos após serem localizados
O crime aconteceu em 12 de fevereiro deste ano, quando a vítima foi perseguida em um matagal na região de Santa Bárbara, zona Leste de Teresina.
Os corpos, de 15 e 16 anos, foram localizados em avançado estado de decomposição.
A ação foi coordenada pelo delegado Divanilson Sena e contou com o apoio da FEISP, Denarc e outras unidades da Polícia Civil.
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Cães farejadores foram usados na área externa, e agentes armados patrulharam a entrada.
Aos 36 anos, com nível superior e sem passagens criminais, ele foi preso nesta quarta-feira (15) por suspeita de envolvimento na morte que chocou a segurança pública do estado.
No momento da prisão, o jovem negou envolvimento com o tráfico de drogas
A polícia identificou a atuação dos investigados em casas de show e boates localizadas no centro e na zona leste da capital
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Segundo a investigação, os ataques ocorriam principalmente nas rodovias entre Imperatriz (MA), São Luís (MA) e Teresina (PI).
O suspeito, identificado como Humberto, teria sido apontado como o possível autor dos disparos que mataram Fontes.
A Justiça ainda determinou a manutenção da prisão dos demais investigados na operação.
Rildo utilizava um uniforme de limpeza urbana para circular pelas ruas à madrugada sem levantar suspeitas e atrair suas vítimas.
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As ações ocorreram por volta das 6h, em cumprimento ao mandado de busca e apreensão. Os alvos estavam localizados no bairro Consórcio das Águas II.
Segundo o 14° Batalhão de Polícia Militar, seis pacotes eram de cocaína e dois de pasta base de cocaína.
As câmeras de monitoramento do supermercado registraram a ação, confirmando que o empresário escondia produtos para evitar o pagamento de parte das compras.
Suspeitos já tinham acesso ao sistema da Caixa e são investigados por fraudes de R$ 1,2 bilhão, além de ataques ao BMP e ao Santander.
A prisão ocorreu durante operação da Força Estadual Integrada de Segurança Pública (FEISP), que deve cumprir ao todo oito mandados de busca e apreensão.
A operação, coordenada pelo delegado Danilo Barroso, cumpriu oito mandados de busca e apreensão e resultou ainda na apreensão de aparelhos eletrônicos e entorpecentes.
Na casa de um dos suspeitos, os policiais encontraram um revólver calibre 32 com munições e uma “chave ninja”, usada para ligar motos sem a chave original.
Segundo o inquérito, o policial militar Rodrigo da Costa Oliveira, conhecido como “Costa”, recebeu R$ 31,2 mil diretamente da franquia.
Segundo o Delegado-Geral, Márcio Gutiérrez, a operação faz parte de uma diretriz do Governo do Estado.