Amigo de Jair Renan, ele foi espionado por agentes que tentavam proteger a imagem da família Bolsonaro.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes tirou o sigilo do relatório nesta quarta (18). A PF indiciou mais de 30 pessoas
Após receber o relatório final da PF, o ministro Alexandre de Moraes deve enviar o documento para apreciação da Procuradoria-Geral da República (PGR).
A condução do esquema, segundo a PF, era feita por Alexandre Ramagem (PL), atual deputado federal e ex-diretor da Abin na gestão Bolsonaro.
Com mais de 1,2 mil páginas, o documento foi enviado ao STF e reúne indícios de que a estrutura da Abin foi utilizada para atender interesses políticos e pessoais de aliados do ex-presidente Bolsonaro.
Esquema envolvia espionagem ilegal de pessoas consideradas pelo governo anterior como adversárias. Atual cúpula da Abin foi implicada por obstruir as investigações.
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O ex-ministo do GSI é o primeiro réu usar o silêncio como estratégia na fase de depoimento dos réus no processo sobre a suposta tentativa golpe de Estado liderada pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Djairlon Henrique Moura depõe ao STF e afirma que operação foi solicitada em reunião no Ministério da Justiça.
A suspeita é de que Corrêa tenha atuado para interferir em apurações envolvendo o uso da agência para espionagem ilegal durante o governo Jair Bolsonaro (PL).
A oitiva está prevista para ocorrer na próxima quinta-feira, dia 17, conforme apuração de bastidores.
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Foi constatado ainda que ele mantinha contato com extremistas no exterior e demonstrava interesse em se unir a grupos terroristas.
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Além de Bolsonaro, outros nomes como ex-ministros, militares e assessores são apontados como figuras-chave na tentativa de golpe
A subcelebridade sem apresentar evidências, afirmou que artistas envolvidos em campanhas políticas teriam recebido dinheiro.
Bolsonaro concedeu entrevista ao portal Metrópoles e compartilhou o conteúdo em sua conta na rede social X
Ex-presidente e seu candidato a vice na eleição de 2022 vão responder por tentativa de abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de estado e organização criminosa.
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Esta edição tem mais de 5 milhões de candidatos inscritos em todo o país, maior número desde 2020.
Procedimento analisa autenticidade e integridade de softwares que cuidam da recebimento e totalização dos votos. Votação será realizada neste domingo (27).
Na lista estão membros do Ministério Público Federal (MPF) e do Ministério Público Junto ao Tribunal de Contas da União