As ações ocorreram durante o mês de agosto deste ano em todo o país, e o balanço só foi divulgado nesta quarta-feira (9).
Entre as irregularidades estavam a falta de instalações sanitárias adequadas, fornecimento de água imprópria para consumo, ausência de equipamentos de proteção individual (EPIs) e alojamentos superlotados e sem energia elétrica
Fiscalização identificou condições degradantes de trabalho e indícios de exploração mineral ilegal em três pedreiras
Segundo os órgãos de fiscalização, os trabalhadores viviam em alojamentos insalubres, sem condições mínimas de higiene, além de enfrentarem frentes de trabalho precárias.
Recrutados no Norte e Nordeste, viviam em alojamentos superlotados e sem condições mínimas. Além disso, há indícios de tráfico de pessoas, servidão por dívida e jornadas exaustivas
Trabalhadores estavam em uma fazenda na zona rural de Benedito Leite, cidade a 522 km de São Luís.
Os piauienses estavam em alojamentos precários, superlotados, sem instalações sanitárias e se alimentavam e cozinhavam ao relento, sentados em pedras ou tocos.
Após o resgate, os colaboradores foram encaminhados para a assistência social. Eles precisavam trabalhar em condições precárias e segundo o MTE recebiam R$1 mil por mês, valor inferior ao salário mínimo
Embora ainda relevante, o número registrou uma queda de 8,8% em comparação com 2022
Ao longo de 12 meses, foram protocoladas 3.422 denúncias, representando um aumento de 61% em relação a 2022
O número de pessoas resgatadas em situações degradantes no Piauí, somente em 2023 já ultrapassa 160 trabalhadores
Ranking da escravidão no Brasil salta de 94ª para 11ª posição em dez anos, com mais de 1 milhão de pessoas vivendo em condições análogas à escravidão.
Foram resgatados 24 trabalhadores em condições análogas à de escravo em pedreiras, na região sul do estado
Homens estavam trabalhando em uma pedreira localizada na Serra do Quilombo, município de Palmeira do Piauí.
Os 11 trabalhadores estavam atuando na atividade de extração mecanizada de pó de carnaúba
Os resgates foram feitos nos municípios de Campo Maior, Buriti dos Lopes, Castelo do Piauí, Batalha, Anísio de Abreu, Flores do Piauí
Os trabalhadores haviam sido contratados para atuarem na roçagem de área para pasto. Além da falta de alojamento, os trabalhadores não tinham os direitos salariais resguardados.
A operação está sendo considerada a maior para o combate ao crime na história do país, não pelo número de resgatados
Segundo o MPT, ao todo, 43 trabalhadores foram recrutados em diferentes regiões do Brasil para atuar no plantio de cana de açúcar.
Os trabalhadores estavam abrigados em uma edificação velha, que não dispunha de condições mínimas de higiene, limpeza, ventilação e iluminação
Entre os trabalhadores escravizados estavam quatro adolescentes.