O crime contra a criança ocorreu em abril de 2024 em Esperantina (PI), quando a mãe e o padrasto dela foram presos acusados de envolvimento no caso.
Nova imagens e provas fizeram o principal suspeito admitir o crime
Vitória Regina de Souza tinha apenas 17 anos quando foi brutalmente assassinada enquanto voltava do trabalho. Três meses após o crime, ainda restam perguntas sem resposta: quem fez isso e por quê?
Na coletiva, a polícia também divulgou o resultado do laudo do IML que aponta que a jovem não foi abusada e que morreu devido aos golpes de faca
A bebê foi levada morta ao hospital, pelo padrasto, o qual alegou aos médicos que a menina tinha caído de uma rede
A bebê foi levada morta ao hospital, pelo padrasto, o qual alegou aos médicos que a menina tinha caído de uma rede.
De acordo com as investigações, nove pessoas da mesma família consumiram um prato de baião de dois (arroz com feijão) contaminado com terbufós
A menina havia desaparecido na manhã de domingo (14), mas ninguém da família havia procurado a polícia
No momento da prisão, uma enxada e um lençol ensanguentados foram encontrados.
A mãe e o padrasto de Anna Kerolayne Gomes Nunes, de 3 anos, foram presos na noite de ontem (23)
Anna Kerolayne, de 3 anos, sofreu vários ferimentos pelo corpo e foi internada em estado grave na última segunda-feira (15).
O padrasto, Carlos Henrique da Silva Junior, confessou o crime e foi preso em flagrante no domingo (14), em São João de Meriti, na Baixada Fluminense.
A menina foi encontrada morta na cama, em casa, e o padrasto estava ao lado do corpo e em silêncio.
s principais suspeitos do crime são a mãe e o padrasto da criança, que permanecem detidos temporariamente enquanto as autoridades buscam esclarecer os detalhes
Eles mentiram à polícia sobre sequestro e versão foi desmontada pelos investigadores
Aurélio José Osolinski, pai de Kameron, afirmou que nunca suspeitou que o padrasto pudesse estar fazendo algo contra a sua filha
Proposta de revogação da lei pode acontecer e é amparada por juristas e pela Organização das Nações Unidas (ONU)
Ela confessou ter matado a mulher, de 38 anos, para ficar com o namorado, que a ajudou no crime. Um dia antes, ela relatou plano
A criança chegou com rigidez cadavérica, diversas marcas roxas e dilaceração do ânus, aparentando violência sexual
Ela era obrigada a jejuar e a dormir no chão, segundo a polícia.
Casal foi preso nesta sexta-feira (25). De acordo com a Polícia Civil, eles mantinham a garota e o irmão em cárcere privado há cerca de cinco meses no apartamento em Ubatuba (SP). Ela era obrigada a jejuar e a dormir no chão, segundo a polícia.
Menina foi estuprada, morta e enterrada no quintal de casa.
As meninas estão internadas desde o dia do crime.
Polícia descarta envolvimento da mãe de Allana, de 10 anos.
ex-padastro de Alanna Ludmilla, Robert Serejo, 31 anos, confessou que estuprou e matou por asfixia a menina.