Condenado a mais de 8 anos de prisão, Jean de Sousa Magalhães foi capturado seis anos após o crime, na zona rural de Caxingó.
A ação busca intensificar a vigilância na região de divisa entre o Piauí e Pernambuco.
A vítima e o suspeito tinham um convívio próximo e haviam se desentendido dez dias antes do homicídio.
Na residência dos suspeitos foram encontradas diversas substâncias entorpecentes, além de dinheiro, balança de precisão e arma de fogo
O crime ocorreu no dia 5 de abril deste ano em um apartamento no residencial Tancredo Neves, zona Sudeste de Teresina.
Segundo a delegacia de Buriti dos Lopes, há 8 anos e um mês de reclusão em regime fechado.
. O caso ocorreu nesta semana na localidade de Imbiriba, conforme informações da Polícia Militar.
De acordo como o DENARC, Andreza assumiu a boca de fumo após a prisão do marido, que foi condenado a 10 anos por homicídio.
Ao MeioNews, o delegado Humberto Mácola informou que trata-se de Daniela Borges dos Santos.
Segundo o delegado André Moreno, além dele, outros dois homens também foram presos.
Durante a abordagem, eles tentaram se livrar de uma pistola.380, com carregador e 11 munições.
À Rede Meio, o delegado Humberto Mácola explicou como ocorriam os crimes.
A prisão foi realizada pela Diretoria de Operações de Trânsito (DOT), em apoio à Polícia Civil paraense.
No sábado, o GCM foi encontrado ferido após invadir a casa de sua ex-companheira no bairro Água Mineral, na zona Norte de Teresina.
Há um mês, o homem chegou a ser preso por tentar matar o pai e agredir a madrasta. Agora, o suspeito foi detido novamente por assaltos em Picos.
Segundo a polícia, o suspeito jogou a faca em um matagal, o que dificultou a sua localização.
As máquinas apreendidas estavam camufladas em quartos nos fundos de bares, estratégia utilizada para dificultar a fiscalização e o acesso das autoridades
Os dois suspeitos admitiram possuir espingardas artesanais do tipo “bate-bucha” em suas residências, uma com cano longo e outra com cano curto
“Gavião”, como é conhecido popularmente, foi preso no dia 23 de março pelo assassinato de Francisco, mas acabou solto dias depois.
Segundo a Delegacia de Campo Maior, o homem estava na localidade tentando se esconder da polícia.
O jovem, identificado como João Emanuel, usava um perfil falso com nome e foto de mulher para chamar as corridas
Ele confessou o crime, relatando, inclusive, que ajudou a retirar a vítima de dentro do poço.
Segundo ele, o laudo médico não encontrou nenhum corte ou lesão compatível com o uso de uma tesoura.
Leonardo atuava como agiota e mantinha uma relação de amizade e negócios com um homem identificado como Alexandre, apontado pela família como o principal suspeito