Polícia investiga movimentação financeira de Kaira Cardoso no Paraguai, ligada a golpe. Apenas parte dos valores pode ser restituída às vítimas.
Investigação aponta que empresário não fez operações na Bolsa e usava novos aportes para sustentar pagamentos de até 10% aos investidores
A Polícia Civil concluiu que o suspeito, investigado por suposta pirâmide financeira, nunca comprou ou negociou ações durante o período em que atuou na Xtreme Trader.
Durante a fala, Francisco ainda assumiu que a falência da empresa foi culpa dele e retirou a responsabilidade de sua companheira.
Procurado internacionalmente desde 2025, o empresário se entregou à Polícia Civil nesta quarta-feira (22), em Teresina, após retornar do Paraguai.
Segundo Delegado, apesar da movimentação superior a R$ 600 milhões, as contas ligadas ao empresário e à Xtreme Trader estavam praticamente zeradas quando a Justiça determinou o bloqueio de bens
Durante a entrevista, Luciano Alcântara também explicou como funciona o mecanismo internacional utilizado para localizar foragidos que deixam o Brasil.
Ele é investigado por um esquema de pirâmide financeira que causou um prejuízo de mais de R$ 600 milhões a investidores no Piauí e no Maranhão.
Com mandado de prisão em aberto e incluída na Difusão Vermelha da Interpol, Kayra Cardoso é a única investigada ainda foragida na Operação Extrema Confiança
Procurado internacionalmente desde 2025 por um esquema de pirâmide financeira no Piauí e no Maranhão, o investigado decidiu se entregar à polícia nesta quarta-feira (22), em Teresina.
Ele era considerado foragido após ser apontado como líder de um esquema de pirâmide financeira da "X Trader" no Piauí e ter um mandado de prisão expedido em seu nome
A informação foi comunicada pela defesa ao delegado Luciano Alcântara na tarde desta sexta-feira (17) e obtida pelo MeioNews.
Procurado pela Interpol, o casal é alvo de buscas na fronteira, enquanto a imprensa paraguaia destaca a fuga do casal e a investigação sobre o maior prejuízo financeiro já registrado no Piauí.
Conhecido por organizar o evento “Pagode do Chico”, Francisco das Chagas é investigado por comandar uma rede de investimentos fraudulentos por meio da empresa Xtreme Trader.
Conforme apurado pela coluna, ele está residindo no país, que faz fronteira com o Brasil.
Casal nega envolvimento no crime; Justiça determinou prisão preventiva por tráfico de drogas ao agente e passageira
A polícia investiga se os outros membros do esquema estariam envolvidos nos golpes. Todos podem ser enquadrados como organização criminosa.
Mais de 300 pessoas — entre empresários, influenciadores e profissionais de Teresina (PI) e Timon (MA) — foram vítimas do esquema, e o prejuízo foi superior a R$ 80 milhões.
Ao todo, já foram mais de 150 boletins registrados em todo o país contra o empresário