O objetivo do movimento é chamar a atenção da população e do poder público para o estado de greve aprovado pela categoria na semana passada.
A categoria afirma que a empresa Santa Cruz não fez o pagamento de salários e benefícios que estão em atraso
Trabalhadores podem entrar em greve por tempo indeterminado caso pagamentos não sejam regularizados até o dia 20 deste mês
Conforme o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro), o movimento faz parte da mobilização por reajuste salarial e melhorias nos benefícios
A nova mobilização atingiu diversos bairros da capital, especialmente no Centro
Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Piauí (Sintetro), os ônibus permanecerão nas garagens nas primeiras horas da manhã
Reunião de conciliação entre rodoviários e empresários vai acontecer nesta terça-feira (18), na sede do TRT-MA
Ficou definido o repasse pela Strans, de R$ 1,5 milhão até amanhã (09), para que as empresas consigam pagar o salário dos trabalhadores, referente ao mês de janeiro.
Motoristas e cobradores reivindicam o pagamento da segunda quinzena dos salários e segunda parcela do 13º dos trabalhadores que ainda não receberam a quantia.
De acordo com Antônio Cardoso Ferreira, presidente do Sintetro, a categoria reivindica o pagamento da segunda parcela do 13° salário.
No início desta semana, o Setut anunciou que as empresas não iriam efetuar o pagamento do 13º salário aos trabalhadores.
O objetivo da ação é oferecer o serviço para o usuário para evitar problemas durante o período de paralisação dos motoristas e cobradores de ônibus.
Na última semana, a Strans bloqueou o uso dos ControlCit (máquina usada para o cartão de vale transporte e estudantil dos passageiros) nas vans, desencadeando uma série de protestos entre os permissionários.
Diante do atual cenário, a provável saída seja uma nova greve entre os servidores na capital, segundo membros do Sintetro.
Mais uma paralisação do transporte público no Centro da capital: motoristas e cobradores reivindicam a assinatura da convenção coletiva.
O ato se deu após a Strans bloquear a Control CIT (CCIT), dispositivo de pagamento das passagens das vans através do cartão magnético.
O órgão ressaltou ainda que a data base de assinatura de uma eventual convenção coletiva está prevista somente para janeiro de 2022
A manifestação ocorre em virtude do Sindicato das Empresas de Transporte Urbano (Setut) não ter assinado a convenção coletiva da categoria.
O ato busca a assinatura da convenção coletiva 2022, onde prevê alguns direitos dos servidores, como auxílio-alimentação e plano de saúde.
O movimento acontece no mesmo dia em que o transporte coletivo público de Teresina também paralisará as atividades entre seus servidores.
A Strans fará o monitoramento diário da demanda de usuários, realizando a adequação gradual de veículos à quantidade de passageiros por viagem
Na terça-feira a categoria vai participar de uma reunião na Procuradoria Geral do Município
A categoria reivindica por melhores condições de trabalho, assim como a manutenção do salário integral.
O ato iniciou às 7h30 e chegou ao fim às 9h30, impedindo a circulação de carros e motos
Segundo o presidente do Sintetro, caso após a manifestação não haja um entendimento, a categoria pode deflagrar uma nova greve.