O governo fluminense classificou a ação como a mais letal da história do estado.
Acusado de mais de 100 homicídios, incluindo a morte de três médicos na Barra da Tijuca.
No dia seguinte à operação, moradores afirmam ter encontrado mais de 70 corpos, que foram levados para uma praça na Penha
A operação realizada nos complexos da Penha e do Alemão busca conter o avanço do CV em territórios fluminenses e ganhou destaque na mídia internacional pelo alto número de mortos e pela violência
Ela usava roupa camuflada e colete tático, com compartimentos para carregadores de fuzil, o que reforça sua posição como combatente ativa na linha de frente da facção.
Os corpos estavam na área de mata da Vacaria, na Serra da Misericórdia, onde se concentraram os confrontos entre as forças de segurança e traficantes.
Megaoperação no Rio de Janeiro contra o CV resulta em 64 mortos, incluindo 4 policiais. Entenda os detalhes e o impacto da ação.
Segundo Lewandowski, Castro poderia também pedir ao governo federal a decretação de um estado de sítio ou de uma GLO (Garantia da Lei e da Ordem)
A operação faz parte da Operação Contenção, iniciativa permanente do governo do estado para combater o avanço do CV em territórios fluminenses
Policial da 39ª DP (Pavuna) era casado, pai de uma menina e torcedor apaixonado do Botafogo
O alvo é prender cerca de 100 traficantes ligados à facção em complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte da capital.
Traficantes do CV tentaram tomar, a partir do Complexo do Chapadão, o Complexo da Pedreira, dominado pelo TCP.
O gesto ocorreu dias depois do primeiro ataque norte-americano a um barco venezuelano, acusado sem provas de transportar traficantes de drogas.
Ele contou que foi atacado por cerca de 15 homens armados, que o agrediram no rosto, quebraram dois dentes e roubaram seus equipamentos de trabalho.
Seis criminosos foram mortos após manter um pastor e uma criança reféns em uma casa. As vítimas foram libertadas sem ferimentos
Ela utilizou o Instagram do próprio esposo para informar aos seus seguidores que novamente a polícia "invadiu" a sua casa, justo no dia da soltura de Poze
Essa operação não está diretamente relacionada ao inquérito que levou MC Poze à prisão na última quinta-feira (29)
Polícia investiga crime motivado por ciúmes; principal suspeito já foi identificado.
Thiago Folly era considerado um dos criminosos mais perigosos do Rio de Janeiro e contra ele, havia 17 mandados de prisão em aberto e mais de 200 anotações criminais.
Ele é apontado como líder de uma célula criminosa com atuação na região do bairro Mafrense, zona Norte de Teresina.
O crime ocorreu no dia 30 de março. O policial foi cercado por bandidos e assassinado com pele menos cinco tiros de fuzil no Rio de Janeiro.
Em um dos casos citados polícia, uma das vítimas foi alvejada com 40 disparos e teve a casa incendiada logo em seguida.
Segundo a investigação da polícia, o grupo é liderado por W.S.B, apontado como o principal mandante das execuções, em retaliação à morte de seu pai.
Segundo a investigação, o grupo é liderado por W.S.B., conhecido como “Leozinho”, apontado como o principal mandante das execuções