A vítima foi identificada como Maurício José Silva, de 34 anos.
A decisão foi tomada durante audiência de custódia em São João do Piauí, cidade onde o crime ocorreu.
Os alvos foram identificados apenas pelos apelidos, sendo o PM vulgo “Tapioca” e o segundo suspeito, “Breja”.
O crime aconteceu na quinta-feira (18) e o suspeito segue sendo procurado nesta sexta (19).
Informações preliminares dão conta de que o crime foi um acerto de contas.
As investigações apontam que o crime foi praticado de forma coordenada pelos investigados, no contexto da atuação de uma organização criminosa.
A Polícia Civil do Piauí já iniciou as investigações para apurar as circunstâncias e a motivação do caso.
O suspeito tem 32 anos. Ele foi localizado na casa da própria mãe, na cidade de Paulistana.
Segundo a autoridade, a irmã do suspeito relatou que ele seria esquizofrênico e que os avós o ajudavam dentro de casa.
A vítima estava desaparecida desde o dia 8 de junho.
O acusado está preso desde o dia 15 de março quando causou o acidente na Avenida Frei Serafim, no Centro Sul de Teresina.
Apesar da atuação, ela também enfrentava uma situação de violência, incluíndo uma medida protetiva.
Horas antes, o local onde ocorreu o crime, recebeu uma festa com música ao vivo para torcedores acompanharem a estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo.
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O crime ocorreu no Centro de Teresina em março de 2023.
As forças policiais ainda buscam pelos suspeitos do crime. Ninguém até o momento foi preso.
A Polícia Militar foi acionada e isolou a residência para o trabalho da perícia criminal. Em seguida, o corpo foi removido pelo Instituto de Medicina Legal (IML).
Testemunhas também informaram que os suspeitos teriam chegado ao imóvel em uma motocicleta, possivelmente uma Honda vermelha.
As investigações reveleram que o esquema obriga comerciantes a adquirir produtos de distribuidoras ligadas a grupos criminosos.
A vítima tinha marcas de facadas pelo corpo. Segundo a Polícia Civil, o caso é investigado como latrocínio e ninguém foi preso.
Francisco Eudazio Lira Soares, o Dadá Guedes, de 30 anos, foi atingido na virilha e no ombro.
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O proprietário do local afirmou que ouviu disparos de arma de fogo.
A discussão ocorreu na madrugada do dia 23 de maio, quando o motorista de app foi esfaqueado duas vezes pelo taxista.