Rebelo foi ouvido como testemunha de defesa do almirante Almir Garnier, ex-comandante da Marinha. Ele foi questionado se Garnier teria colocado tropas da Marinha à disposição do então presidente da República
Durante a oitiva, Mourão também negou ter sido alvo de monitoramento por parte de militares supostamente envolvidos em uma articulação golpista para manter o ex-presidente Jair Bolsonaro, de quem era vice, no poder.
As declarações foram dadas durante depoimento à Primeira Turma, no processo que investiga uma suposta tentativa de golpe envolvendo Bolsonaro e seus aliados.
Segundo Alcântara, a orientação partiu da cúpula da PRF e incluía a determinação de que o órgão “tomasse um lado”, conforme teria sido instruído pelo diretor-geral da época.
Neste estágio inicial do processo, estão sendo ouvidas as testemunhas indicadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR).
Até o início de junho, devem ser ouvidas 82 testemunhas de acusação e defesa.
Com autorização vão depor o governador de São Paulo, os senadores Ciro Nogueira, Rogério Marinho e Hamilton Mourão e o deputado Eduardo Pazuello
Primeira Turma analisará ação penal entre 9 e 16 de maio no plenário virtual; deputada é acusada de ser mandante de falsificação de documentos judiciais
O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, foi o primeiro a votar e defendeu o recebimento da denúncia.
A suspeita é de que Corrêa tenha atuado para interferir em apurações envolvendo o uso da agência para espionagem ilegal durante o governo Jair Bolsonaro (PL).
A oitiva está prevista para ocorrer na próxima quinta-feira, dia 17, conforme apuração de bastidores.
Ex-ajudante de Bolsonaro mudou versão cinco vezes em depoimentos, incluindo acusações a Braga Netto
STF aceita denúncia por tentativa de ruptura democrática enquanto ex-presidente acumula processos que vão de joias a milícia digital; inelegibilidade até 2030 fecha cerco
Segundo Gonet, não há provas suficientes de que Bolsonaro tenha efetivamente pedido a Mauro Cid que incluísse os dados falsos de vacinação no sistema do Ministério da Saúde.
Também se tornaram réus 7 aliados e assessores do ex-presidente, entre eles os ex-ministros Braga Netto e Anderson Torres
Ministro deu a declaração ao votar no julgamento que pode tornar Bolsonaro e mais sete réus por tentativa de golpe.
1ª Turma do STF marcou três sessões para decidir se aceita acusação da PGR contra 'núcleo crucial' da organização que teria planejado um golpe.
A Polícia Federal identificou que o general tentou obter dados sigilosos da delação de Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro.
Advogado de Marcelo Câmara argumenta que informações eram públicas e questiona falta de provas
Advogado Celso Vilardi questiona delação de Mauro Cid e avalia pedir julgamento no plenário do STF
De acordo com o relato, Michelle ficou desesperada e pediu que fosse tomada alguma medida diante da iminente saída de Jair Bolsonaro do cargo.
Em vídeo de delação, Cid diz que Bolsonaro ficava muito nervoso quando recebia informações desses supostos encontros com autoridades do legislativo ou do judiciário
No vídeo, Cid coloca a mão na cabeça e, em seguida, apoia a cabeça nas mãos, demonstrando evidente desespero ao receber a notícia.
No áudio mencionado por Cid, a filha do militar discutia a possibilidade de uma intervenção militar, com soldados nas ruas, para garantir que Bolsonaro permanecesse no poder.
Ministro do STF Alexandre de Moraes retirou o sigilo dos depoimentos do tenente-coronel à Polícia Federal